terça-feira, março 04, 2008
PR4 - Trilho da Penoita
Muito publicitado é este percuso, pensando eu que Penoite se tratava de uma terra, é mais uma montanha que no ponto mais alto que rossa os 1000m.
Foi uma surpresa agradável, sedo a primeira caminhada feita nesta zona baixo da A25. Digo isto pois penso sempre que mais para Sul vamos ter mais povoações menos natureza, mas enganei-me. Existe uma pouco de tudo neste percurso, desde floresta densa de carvalhos, com o chão coberto com uma espessa camada de folhas, parecendo estar a andar por cima de almofadas, floresta densa de pinheiros onde um tanque de água é uma alívio num sítios abrigado do vento num dia de sol (pelo menos a som da água refesca uma pouco a mente). Ao aproximar-se dos 1000m o terreno começa a ficar mais despido, passando a ver-se os arbustos mais resistentes e uma especie de relva bem curtada, tão típica dessa altitude. Claro que as aldeias de pedra também estão lá, os respectivos sucalcos verdes e as inevitáveis cabras e vacas. segunda-feira, março 03, 2008
Minas de Regoufe
Aproveitei tem ido a Regoufe para var uma volta pelas antigas minas que, como todas as minas nesta região, tiveram o seu apogeo na Segunda Grande Gerra, quando o volframio era um mineral muito procurado, quer pelos Aleados, quer pelos Nazis. Este minério era usado para endurecer o aço usado no material bélico.
Ficam as fotos e se tiverem curiosidade em ver como era o complexo na epoca de maior actividade, vão à página referida em baixo.
Ficam as fotos e se tiverem curiosidade em ver como era o complexo na epoca de maior actividade, vão à página referida em baixo.
http://geologia.aroucanet.com/index.php?option=com_content&task=view&id=34&Itemid=61
sábado, março 01, 2008
PR14 - Aldeia Mágica
Quis o destino que viesse viver para uma região perto de uma aldeia que me tinham falado, abandonada e posteriormente resconstruída por escuteiros. Hoje foi o dia em que fui conhecer a aldeia, onde as pedras do caminho têm cravados os trilhos das carroças que ajudaram aquela gente a viver.
Drave é uma aldeia perdida numa cova entre a Serra da Freita e a Serra de São Macário.
É uma aldeia emblemática, semi-abandonada, encravada nas pregas dos montes, com um riacho de águas claras atravessado por uma pontezita de pedra. Alcança-se Drave a pé, por um caminho um pouco íngreme. Avistamos a aldeia do alto do monte sobranceiro, com as suas casas quase arruinadas, totalmente construídas com xisto, das paredes ao telhado.
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