sábado, fevereiro 24, 2007
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
Castro da Cola
http://www.ippar.pt/monumentos/sitio_cola.html
Algumas fotograficas sobre este castro:
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
Algarve
Alte
Alte é uma aldeia no conselho de Loulé, a 7 km da A2 ou IC1. Cheguei ao fim de uma tarde cinzenta que ameaçava chuva. Um típico tempo estas regiões interiores, fazendo-me lembrar o Alentejo num dia de Inverno.
Aldeia algarvia construída numa encosta virada a sul na Serra do Caldeirão.
A Ribeira de Alte domina e dominou a sua história, sendo a água aproveitada para a rega de campos cultivados com legumes, vinhedos e laranjeiras. Nas herdades à volta e(ra) produzida aguardente de medronho, mel, queijo e doçaria.Devido aos vários desníveis naquela zona, foram erigidos moinhos, dos quais só resta um, hoje transformado em habitação particular, na qual foram preservados os arcos por onde saia a água.
O esparto (planta selvagem) marcou durante muito tempo a vivência económica e social de toda a freguesia.
Depois de demolhado na ribeira e enxuto nas margens, era pisado durante horas por maças. Depois, as mulheres torciam-no, formando uma fina baracinha. Depois de vendido, era usado na confecção de ceirões, cabos, sacos de rede alcofas, tapetes, etc...
Ruas estreitas com curvas apertadas, casas baixas e arranjadas, marcam esta aldeia. Um bom exemplo que como bonito poderia ter sido o Algarve. O maior edifício parece-me ser a escola primária, edifício moderno com campo de jogos.
Na parte mais acima da ribeira, açudes fizeram com que se criassem espelhos de água onde patos nadam direitos à pessoas à espera que lhes dêem qualquer coisa para comer. A estes locais chamam-lhes Fonte Pequena e Grande. Na Fonte Pequena, corre com força água em três bicas, onde se pode ler por cima um verso que nos deixa com um sorriso:
"Oh fonte de água corrente"
"Todos te pedem frescura"
"Tens beijos de toda a gente"
"E não deixas de ser pura"
Na Fonte Grande, a 200 m da aldeia, aproveitou-se a encosta para fazer um anfiteatro tendo como cenário o leito da ribeira e os espelhos de água atrás do talco, tudo ao ar livre.
Fonte Benémola
Rocha da Pena
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Guadiana

