domingo, fevereiro 21, 2010

Consumo energético

Para todos os que se preocupam com o consumo energético do dia-a-dia e o pretendem optimizar, vejam este site que vos ajuda a escolher vários objectos quotidianos que consomem energia.

http://www.topten.pt/

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Gourim, a Drave abandonada

À primeira vista é mais uma aldeia abandonada no fundo do vale, com uma estrada em zigzags monte baixo, parecido com Drave que fica logo ali ao lado. Não tem no encontanto o rio a correr ao pé das casas como Drave, não tem Igreja, mas de longe tem um melhor acesso, podendo-se ir lá de carro. Talvez porque a terra mais próxima fique mais longe que Drave ou por não fique na rota de nenhum PR, ficou esquecida. Mas andando pelas ruas sente-se vida, no meio de tantas placas de xisto no chão ou no sem número de casas sem portas.

Aros de ferro das rodas dos carros de bois à espera de serem usadas.
Adoro estas pontes de pedra, não podiam ser mais simples.
Parede de xisto dentro de casa.
E no fim, ficam as pedras para contarem as histórias do mortais.

segunda-feira, fevereiro 15, 2010

PR3 - Rota das Laranjeiras [Sever do Vouga]

Pessegueiro do Vouga.
Rio Vouga e o açude feito para fornecer água a duas minihídricas (uma dela na imagem).
Restos muito apagados de um moinho.
Monumento aos que morreram (da terra) no ultramar.
Ponte do Poço de Santiago, a mais importante obra da linha do Vale do Vouga. Segunda ponte mais comprida da linha com 166m de comprimento, toda em alvenaria.
O antigo percurso da linha de comboio do Vouga foi transformado numa ciclovia. Bom aproveitamento do espaço. Antigo apeadeiro do Poço de Santiago. Ainda se pode ser a plataforma.
Ponte do comboio.
Rio Vouga.
Túnel da Cavoeira.
Túnel Vale do Covo.
Antiga estação de comboio de Paradela.
Não sei quando parou a produção desta fábrica de massas, mas ainda é impressionante o seu tamanho. Lá ao fundo pode ainda ver-se um silo para os cereais, a sua matéria prima. É engraçado ver onde cresceu. Com certeza já foi à muito tempo de começo a laboração. Como precisava de energia e nesse tempo as redes de distribuição eram limitadas às grandes cidades, aproveitou-me o Rio Vouga ali ao lado para a produzir em minihídricas. Ainda continuam a trabalhar(!). Também foi construída mesmo ao lado da linha do comboio para poder receber a matéria prima e escoar o produto acabado. Não podia ser mais simples, gosto de ver estas coisas. Ao principio estranhei as minihídricas estarem naquele local, já que os edifícios têm linhas antiga e não existem grandes povoações por ali. Quando vi a fábrica fez-se luz ;)