quinta-feira, outubro 08, 2009

3º e 5º dia no Gerês

Mau tempo só me venceu pelo cansaço, montanha a cima no meio do nevoeiro e depois da chuva. Fácil de me orientar nada de mais. Faltei-me de apanhar chuva e voltei para trás sem mais para ver.


Bom Jesus de Mós.
Barragem de Vilarinho das Furnas.
Vilarinho das FurnasBrufe, uma das poucas aldeia que ainda conserva casas tipicas antigas, sem alteração do traçado original. Não existem alterações arquitectónicas de linhas modernas. Fica depois da barragem de Vilarinho da Furnas.
Barragem da Caniçada.

quarta-feira, outubro 07, 2009

Segundo dia no Gerês

Barragem de Salamonde

Descarregador principal da barragem.Rio de Fafião.
Rio do Arado.
Cascatas do Taiti (rio do Arado), não é português o nome mas é assim que toda a gente a chama. Boa banhoca tomei eu nesta cascata.
Cascata do rio Arado. Sim outras cascatas, estas mais conhecidas. Também já tomei lá banho, mas foi à muito tempo.
Ponte sobre o rio do Arado.

domingo, outubro 04, 2009

Primeiro dia no Gerês

Já à bastante tempo queria visitar estas montanhas, sabendo o quão belas e misteriosas elas são. O muito verde das árvores, o castanho da terra, o cinzento dos blocos de granito, o transparente das águas.
Ficam as imagens.

S. Bento da porta aberta.
Rio Caldo.
Um dos sítios mais surpeendentes que estive foi a fenda da calcedónia. Um bloco de granitido do tamanho de grande edifico partiu-se em dois e é uma possível maneira de subir até lá acima. A foto abaixo é só uma passagem por baixo de um rocha antes de chegar à principal atracção.
Aqui está ela.
Entrada.
O que ficou entalado por cima de nós.
Subida.
Lá de cima, S. Bento da porta aberta.
Montanha proibida. Esta parte so Gerês é reserva integral, logo só com autorização se podem fazer os percursos.
Calcedónia.
Vilarinho da Furnas, aldeia comunitária que foi inundada quando a barragem de Vilarinho das Furnas foi construida em 1971.