


...agora por Terras do Norte, onde o Rio corre no fundo do Vale, e do cimo do Monte se vê o Mundo.
Foi só há poucos meses que a minha vida mudou, com a entrada no mercado de trabalho, mas coisas engraçadas em relação ao dias da semana aconteceram:
As semanas começaram a passar à velocidade da luz, os fins-de-semana são muito longos e os feriados (quando não são à 2ºf ou 6ºf) são a coisa pior que pode haver.
Feriados. Quando à 4ºf (como hoje) ou 5ºf, cortam completamente o ritmo da semana e como está tudo fechado (serviço, bancos, etc.) acabo sempre por ficar em casa à espera que chegue o dia seguinte. Às 5ºf ainda são piores porque é quebram um ritmo de trabalho da semana, para se voltar a começar por um dia, parando tudo outra vez. Não tem muita lógica os feriados às 5ºf não serem passados para as 6ºf. Era bom para todos, porque fins-de-semana de três dias sempre dá para combinar alguma coisa mais, continuamos a trabalhar 4 dias na semana anterior mas sem cortes.
Uma estatística interessante que gostaria de ver feita era, daqueles que não trabalham devido ao feriado, quais os que realmente utilizam o dia, para comemoram, prestar homenagem, ou outra coisa, a que maioria dos feriados se referem.








Mais uma vez o governo Regional da Madeira ultrapassou limite máximo de endividamento que tem direito. Mais uma vez achou que estava no direito de ultrapassar a lei, para financiar os numerosos gasto do regime. Mas desta vez o governo PS que muita gente critica de “não fazer nada, blá, blá, blá”, teve a coragem de aplicar a lei e mandou suspender a transferência de uma verba de cerca de 50 milhões de euros.
E já agora porque elegeram aquela coisa como Presidente da Republica que tem a autoridade para parar este tipo de situações, e que não faz nada. Pois, já me esquecia, é os PSD. É o que interessa…
Em Publico, 7 de Outubro de 2006
Aproveitando o tempo generoso do dia de sábado, um passeio à beira rio é sempre bom para acalmar o espírito.
A ideia correu as mentes de muito que se debruçaram nas margem para ver a água a correr, poucos apercebendo-se de que era uma das maiores marés dos últimos 20 anos, dado o alinhamento dos astros.
Vindos de terras onde a probabilidades de bom tempo é baixo, os turistas aproveitavam as últimas horas de sol antes de mais um Inverno rigoroso quer nevasse ou fizesse chuva.
A desfrutar a relativa e preciosa calmaria em tempo de maré-alta, uma prova de remo sulcava as águas turvas do rio, que não se cansava de fluir sempre no mesmo sentido.
Mas margens, todos observavam silenciosos o desenrolar dos acontecimentos, cada um a seu jeito. Ignorando as águas duvidosas, muitas canas de pesca apontadas ao céu tentavam fazer o que o homem não conseguia fazer com as suas próprias mãos.
Fez-me lembrar a mãe pata com os seus patinhos de arrasto, tipo (se fossem amarelos) o anúncio da PT com os gatos mal cheirosos. Sim adivinharam, um semi-rígido a arrastar barcos da classe optimist (com os putos lá dentro).
Ignorando os que se passeavam pela margem, o Infante continua vigiante, sem que o sol o demove, nem o sol o queima. Mão me admirava se um dia, atirasse à cabeça de um turista mais chato, o barco que tem na mão.
No local que é originalmente apelidado de docas, existe uma grande concentração de mobiliário de esplanada vazio, cabendo a cada estabelecimento o toque final no adorno. “Esperamos por melhor hora”, dizem-me, “hora em que temos te levar com o peso que quem se atreve a sentar por aqui, mas pelo menos dá para aquecer”.
Tentado afastar o sentimento de calor, circulei contra o vento. Estive a uns espantosos 100m de um navio desenhado para transportar pessoas em condições de luxo. Navio de cruzeiro, certo?
A foto da praxe foi deita em condições já de pouca luminosidade, indiciando mais um fim de dia.
(fotos modificadas com autorização do autor)
É engraçado com por vezes reparo que um ou outro familiar meu, tem uma maneira de ser ou de fazer as coisas muito próxima da minha. E o que é que isto tem de tão de estranho ou fora do normal? Nada. Somos da mesma família, e é normal que isso aconteça, geneticamente falando. O que eu acho graça, é ver de onde é que as minhas qualidades e defeitos vêm. Se do pai, da mãe dos avós, dos tios, etc.
Não tenho grandes exemplos para dar, só acho piada o “quem somos” ser uma mistura de outras pessoas, como se fosse uma oportunidade de refinar ou corrigir, para a geração seguinte.
Ps – portátil por trabalho, maquina digital por esquecimento. Fotos por tirar.
Fui até Faro, visitar os meus avós. Domingo até à praia foi cenário de bom tempo e almoço. A maré estava vazia que quer dizer que existe terra à vista, onde podemos encontrar todo o tipo de bivalves e crustáceos. Petiscos para alguns.
Foi um regresso ao passado, aos dias de Verão que passei por estas paragens. Andar por cima do lodo com limos, ficar com os pé cobertos de lama, andar por cima das cascas a curtas os pés (ainda estou a tirar grãos de areia destes cortes), a agarrar nos búzios e observar os seus habitantes a saírem timidamente das conchas para ver se era seguro sair, agarrar nos caranguejos e vê-los de tenazes abertas a tentarem libertar-se (lol), ver os pessoas a cavarem a terra a procura de berbigão e amêijoas.
São poucos os momentos em que temos tantas coisas viva e tão diversificadas à nossa volta. Tudo mexe na ria na maré baixa, até a areia…
Até parece que leram este blog, o raio dos polícias. Não é que hoje, estavam lá a multar os palermas, no sitio onde deviam estar. Então era vê-los (palermas) a tentarem meter-se à força na faixa de que dá para a saída, antes que o traço descontínuo acabasse!... Desespero total, alguns mesmo tiveram que seguir em frente, hehe! Lindo! E eu a fazer razias (a pouca velocidade, como é obvio) para ser se os assustava. Que bando de tansos…
O problema é sempre o mesmo: (muita) falta de civismo e incompetência das autoridades.
Para quem utiliza a 2º Circular vindo a linha de Cascais, tem no final da CRIL uma ligação que facilmente fica atafulhada de carros. Há muitos chicos espertos que passam à frente de todos (da fila que se forma ao longo dos últimos metros da CRIL) e entram nessa ligação já pela raia. Nota informativa, esse tipo de atitude dá apreensão de carta e inibição de condução por uns meses.
É impressionante como a polícia de trânsito consegue ser tão incompetente na actividade de que eles tanto gostam: caça à multa!